Capitulo 2
ritual de iniciação
Nós entramos no meio de varias árvores era como uma floresta, o caminho era bem estranho parecia um cenário de filme de terror, me senti no próprio Pânico na floresta, no meio da “floresta” havia um tipo de “capela” com um cheiro nada agradável de mofo, oque me irritava muito, no meio dela havia uma fogueira que estava cercada por varias pessoas
- Chegamos – disse Jessen apontando para onde estava às outras pessoas – esta pronto?
- E você acha que eu tenho cara de quem amarela – respondi rapidamente e percebi que era um dos motivos de terem me chamando para esse ritual de iniciação ou talvez o único
- Pessoal esse é o Sam – disse Kathy – mais especificamente meu novo namorado que acabei de conhecer
Todos riram
- Sam essa é a Natalie – Natalie era loira alta e branca e suas roupas automaticamente diziam “quem quiser estou disponível” ela usava uma camiseta rosa e uma saia curta branca – ela é de confiança, não se preocupe e aquela do lado dela é a Anna – já Anna era totalmente o contrario usava umas roupas mais normais e uns óculos enormes– essa é Stephanye ou Teph, ela prefere bem mais ser chamada de Teph – Não tinha como esconder era muito fácil de ver que Teph era uma garotinha mimada que entrou aqui com ajuda da influência de seus pais – e esse é o Blake – ele era bem estranho não saia de perto da Anna, será que alguém poderia dizer a ele que ela não vai fugir - esse é o Paul – ele era bem legal fora o fato de ficar me olhando direto como se quisesse me matar mais segundo Kathy me disse que ele sempre olha assim para todos, ele era como o depressivo do grupo – e por ultimo e essa é a Alice – ela tinha um estilo meio diferente das outras pessoas alem de ser a melhor para se confiar
- Então vamos começar o jogo – disse Kurt que abrindo uma caixa meio velha, colocou sobre o chão um tabuleiro com varias letras e números e um copo no meio do tabuleiro
- Quem começa? – perguntei pondo o dedo depois de todos em cima do copo – pode ser eu?
- Você quem sabe, não fazendo perguntas estúpidas – disse Jessen me olhando com se fosse naquele momento atirar na minha perna me fazendo cair e depois me torturar até a morte
- Eu sei um jogo bem melhor que esse – disse Paul tirando uma faca de dentro do bolso do seu moletom – é muito simples você põe um fio de cabelo de cada pessoa que esta no jogo na faca e põe um pouco de sangue de cada um na ponta da faca, depois basta girar a faca para saber quem é o primeiro
Todos foram um por um colocando seus fios de cabelo na faca e pingando um pouco de sangue sobre ela e giraram, naquele momento tudo que menos queria era que ele parasse apontando para mim, minha cabeça girava e eu não conseguia ver absolutamente nada a não ser a faca aquele jogo que me trazia lembranças das quais eu nem sabia ter visto.
Mais foi como se alguém estivesse agourando o jogo para que aquela faca para apontando para mim.
Naquele momento cenas rápidas de pessoas morrendo passou por minha cabeça e era como uma sensação de Deja-vu nada agradável, mas algo fez com que conseguisse girar a faca perguntando:
- Você mataria alguém daqui? – me mente ficou totalmente obscura e eu fui perdendo totalmente o controle sobre mim.
A faca girou sem que ninguém pegasse nela apontando para a ponta do tabuleiro que dizia “sim, um por um”
- Vamos lá você tem direito a mais uma pergunta – disse Paul olhando pra mim com um sorriso que dizia “pensou que seria fácil”
- Quem será o primeiro, ou primeira? – eu não tinha mais controle sobre meu corpo algo estava controlando até mesmo minhas palavras como da ultima vez.
“Aquele mais próximo a mim’’ – Tudo parecia estar sendo manipulado por alguém no jogo
- Seguindo a ordem acho que sou eu não é – a voz de Kathy era tremula como se estivesse correndo risco de morte.
- E quem seria essa pessoa? – perguntou enquanto girou a faca, naquele momento meu corpo não tinha mais nenhum controle era como se minha alma não pertencesse mais a aquele corpo
“Natalie” Kathy parou um pouco para pensar na sua segunda pergunta.
- Quando você vai parar? – perguntou Kathy
“Quando todos estiverem mortos”
- Isso é tolice não tenho que ficar com medo de uma coisa estúpida assim – Disse Natalie, era sua vez, suas mãos estavam tremulas quando ela foi girar a faca – Prove que você é realmente real
Todas as velas se apagarão e todas as janelas começaram a bater bruscamente fazendo com que fosse quebrando, não demorou muito para que a fogueira apagasse e o firo tomasse o local, tudo ficou embaçado, tentava sair dali mais não conseguia era tarde de mais já havia perdido todo controle do meu corpo, não conseguia nem mesmo respirar muito bem, comecei a ouvir pessoas gritando, elas gritavam um nome, mas não pode ouvir muito bem já havia apagado totalmente
Capitulo 3
O quarto
Ao acordar não sabia muito bem onde estava nem quem estava ali comigo pois so conseguia ver borrões na minha frente e ouvia algumas vozes que eu conhecia mais não conseguia entende-las, até que uma delas foi bem clara pra mim.
- Você está bem? – era Kathy e sua voz parecia meio triste
- Sim estou, talvez esteja bem até de mais pra quem desmaiou – embora já estivesse totalmente consciente forçava a voz para falar – mais nós morremos?
- Não – era Anna estava rindo talvez pelo que eu disse
- Vocês não deviam estar na aula hoje é o primeiro dia? – ARGH será que dava pra alguém calar minha boca que idiotice era essa de “VOCES NÃO DEVERIAM ESTAR NA AULA” estava sendo bem melhor daquela maneira, não seria agradável acordar no meio da enfermaria sozinho.
- Eu quase fico viúva com 19 anos e claro que eu ficaria aqui para ver você – a voz dela dessa vez era bem diferente ela parecia estar irritada
Olhei para o relógio eram 8:00 da manhã – ainda da tempo de ir são oito horas a aula so começa as nove.
- Tudo bem seria bom não ir mais já que você quer não posso fazer nada – aquilo era um ótimo momento para não ir a aula mais não queria perde-la, não por uma coisa tão desnecessária
- Podem ir na frente vou depois, á e digam para o Paul que ele é mó idiota
- Não precisa estou bem aqui – ele estava como sempre isolado com uma cara nada receptiva
- Ótimo assim você fica sabendo diretamente de mim assim é bem melhor pois posso dizer olhando para essa sua cara estúpida de morto, você fica ai brincando de emo paraguaio como se fosse adiantar de alguma coisa, vê se cresce, você não tem mais 14 anos pra ficar nessa somente para chamar atenção, isso é patético – todos olharam pra mim com uma cara de surpresa – se bem que por ser algo patético combina muito com você, podem ir não vou mais pra aula preciso descansar
- Tudo bem, fica bom logo preciso de compania – disse Kathy
Alguns minutos depois de todos terem saído deitei novamente pra tentar dormir, uma dor estranha começou, meu corpo começou a tremer como se eu estivesse dentro de um iceberg novamente eu ouvia as pessoas gritando dessa vez era mais claro elas diziam “Stan, não, você está inconsciente eles sãos seus amigos não faça isso” então o tal garoto arrancou seus olhos fora e foi em direção a mulher que gritava - a imagem que eu via era de um garoto sujo de sangue com seus olhos arrancados segurando uma faca e ao lado dele vários corpos – ele foi a sua direção e disse “eles não são meus amigos, nunca foram”
Levantei da cama por impulso para tentar sair daquele pesadelo que era como um Deja-vu
Já era tarde quando acordei me levantei mais o chão estava completamente sujo de sangue e havia alguns símbolos estranhos desenhados com sangue na parede
- Kathy você esta ai? - argh alguém pode arrancar minha língua fora eu estava com perguntas estúpidas o tempo todo claro que aquilo não era real e mesmo que fosse seria preciso matar varias pessoas para conseguir aquilo
Ignorei tudo aquilo peguei meu iPod coloquei na musica “When i gone do Simple plan” e fui para meu dormitório, no caminho um dos quartos me chamou atenção, ele estava rabiscado com sangue na porta era algo parecido com um pentagrama fui em direção a porta na intenção de abri-la mesmo sabendo que aquilo poderia me custar muito ao tocar na porta veio a minha cabeça a imagem do garoto porque aquilo me incomodava tanto era simplesmente um sonho
“Stan não” eu reconhecia aquela voz de algum lugar parecia ser de alguém próximo, tentava pensar no jogo da noite passada era bem melhor do que lembrar daquilo
Abri a porta
Estava vazio então não havia problema nenhum em entrar, aquele quarto me lembrava um pouco a capela talvez fosse pelo cheiro de mofo, as paredes eram escuras e cheia de fotos de pessoas sendo torturadas, e uma prateleira enorme cheia de filmes de terror, o cheiro de mofo estava quase me fazendo vomitar sai rápido do quarto mesmo sabendo que havia algo estranho ali.
Ao chegar ao quarto Kurt estava olhando um site meio estranho não conseguia ver muito bem qual era
- Achei que enfermeira sangrenta havia te matado – disse Kurt dando uma risada meio patética – hoje vai ter um vídeo especial no blog da Natalie todos estão vendo.
- Você sabe como posso entrar no banco de dados daqui tenho que descobrir quem é Stan
- você é a única pessoa que eu conheço que não sabe quem o garoto macabro, ele matou todos do campus mais isso é patético é obvio que não verdade
- Mais é sempre bom ter a certeza
- Depois te ajudo nisso agora oque importa é a Natalie
- Isso é patético é somente mais blog especialmente para tarados
- cala a boca quero ver
O vídeo era no quarto dela ela estava com uma faca na mão e começou dizendo: “hoje vocês verão como eu sou por dentro” ela pegou a faca e começou dizendo “primeiro prefiro não ouvir nada” disse ela cortando a orelha “e quem quiser meus dedos estão disponíveis” ela estava cortando os dedos tudo aquilo estava me sufocando enquanto Kurt já estava vomitando em um saco de pipoca ela estava se cortando toda e a escola toda estava vendo o seu suicídio
- Vamos lá – disse
- E melhor você ir sozinho
- Tudo bem no estado que você esta é melhor não ir mesmo
Fui correndo pelo corredor junto com outras pessoas que iam até lá, ao chegar havia uma multidão batendo na porta para que ela fosse abrir oque era inútil pois ela havia cortado seus dedos e seus ouvidos, eu tentei passar por todos pra tentar abrir a porta mais eram muitas pessoas, quando eu consegui chegar a porta se abriu sozinha e Natalie estava no chão sobre uma poça de sangue sem varias parte de seu rosto, era impossível reconhecê-la
segunda-feira, 26 de abril de 2010
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