domingo, 18 de julho de 2010


α cσмρlickαdα' ii ρєяfєiтiинαã' ♥
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αqυєllα' q' єя bσυα' σ รuficiєитiiý' ρllα αbαllα'я รuα мєитє


мєєиiиα dє мυυiтσร cσlєєgαร є ρσυυcσร αмiigσร.!         
''α мєєиiиα qυє тє συυvє, qυυє тє dα cσиรєєlнσ, qυυє тєє dáα bяσиcαร, є qυє αร єรcυυтα тαмbéм .                                                                                                                                             ~ α мєєиiiиα qυυє αмα, qυυє รσσfяє, мααiร qυυє иυυиcα dєєรiรтє dσ รєєυร รσинσร          
'єlα ρσdє รєя α мαiร αDσяαVÉL;

sábado, 17 de julho de 2010


єυ? єυ รσυ' α мσรcα' q' ρσυรσυ иα тυã' รσρα’
Vєiσ Vє'я мєυร яєcαdσ'ร?
รє F*dєυ' єllєร' тαυ'м llã' nα
Cяαckσlαиdiαã'

domingo, 2 de maio de 2010

Capitulo 6
O sonho
Peguei o diário e guardei em uma gaveta estava morrendo de sono teria que deixar para ler ele outro dia, foi fácil dormir exceto pelo sonho que eu tive
Eu estava em um corredor cheio de corpo presos nas paredes alguns vivos que me imploravam para matá-los eu seguia pelo corredor normalmente como se não houvesse ninguém ali a não ser eu até que um deles gritou meu nome voltei até lá era o Jessen estava todo cortado e me implorava para matá-lo
- me tira daqui, melhor me mata, não agüento mais ele tortura todos nós aqui, foi ele que matou a Natalie ela esta ali não suportou a tortura e acabou cortando partes do seu rosto
- Não a Natalie morreu lá no dormitório dela todos viram
- É isso que ele quer que vocês pensem mais agora me tira daqui rápido antes que ele venha
- Ele quem? – perguntei enquanto tirava ele dali era como uma fila as pessoas do fim estavam vivas e as do começo mortas e Paul estava depois de Natalie
- Stan
- Eu vou matar esse idiota
- Não nós temos que sair daqui rápido ele pode nos matar
- Tudo bem você tem razão, mais onde é a saída? – eu podia sentir que ele estava perto de nós como se houvesse uma ligação entre nós
- Ali – Era no fim do corredor mais havia algo de errado em ir por ali
- Não, não vou por ali deve haver outro caminho
- Não tem outro caminho
- Claro que tem ele está lá, posso sentir até mesmo ele respirando
- Tá louco
- Tudo bem se você quer ir por ali morra sozinho porque eu quero viver
Ele foi andando até o corredor e eu sabia que ele iria morrer mais não conseguia fazer nada era como se eu quisesse que ele morresse ao chegar no fim do corredor se virou e me olhou querendo dizer “idiota não tem nada aqui” talvez fosse o que ele achasse algo vinha na direção dele não conseguia ver direito oque era ou quem era
- Paul – foi a única coisa que no momento pensei em fazer ele se virou era Stan – corre vem por aqui
- Mais não tem saída por ai
- Corre
Ele começou a correr mais já era tarde Stan já estava bem perto desta vez segurava uma foice que ele levantou e direcionou até a perna de Paul, que caiu de cara no chão todo sujo de sangue, eu podia ver com muita clareza tudo que acontecia como se fosse eu que estivesse matando ele, a foice atravessava seu tendão enquanto ele puxava Paul pela perna até um tipo de sala no fim do corredor
Stan retirava devagar a foice da perna da perna dele enquanto derramava sal por todo corte, de longe eu podia escutar os gritos de dor de Jessen e mesmo estando muito longe via com muita clareza tudo que acontecia
A pele dele era retirada aos poucos e colocada em um balde cheio com sangue enquanto Paul sangrava sem parar, senti uma pancada forte em minha cabeça
Acordei assustado eram 3:00 da manhã olhei ao redor e a única pessoa que eu via era Kurt que roncava tanto quanto um cortado de grama voltei a dormir como se nada tivesse acontecido











Capitulo 7
O reinicio
Minha cabeça girava ao acordar como se uma pedra tivesse caído em minha cabeça,queria me levantar mais estava cansado demais pra isso então fiquei deitado na cama tentando pensar em algo e realmente consegui mais não era bem o tipo de pensamento que eu queria eu via flashes da “morte” de Paul na minha cabeça
 Quanto finalmente consegui me levantar fui até o banheiro lavar o rosto, tentava esquecer aquele pesadelo horrível mais tentar esquecer me fazia lembra mais ainda principalmente daquele corredor que de alguma forma eu já teria ido lá
Havia um barulho estranho vindo de lá, um barulho semelhante ao de passos bem pequenos
A porta estava meio aberta havia varias baratas no banheiro vindo da banheira, elas andavam sobre um corpo mais so depois de algumas baratas saírem do rosto da pessoa que eu pode reconhecê-la, era Paul
Eu estava em pânico os flashes do meu sonho eram mais nítidos, se é que aquilo foi mesmo um sonho
Sai correndo pelo corredor pedindo ajuda mais não havia ninguém ali a não ser Stan ele vinha na minha direção havia uma luz vermelha no lugar dos seus olhos
“Você vai voltar para o quarto jogar esse cadáver fora e fingir que nada aconteceu” - sua voz era assustadoramente hipnotizante
E como se ele controlasse meu corpo eu voltei ao quarto e peguei o corpo segui até a escada no fim do corredor que dava na entrada da escola que estava vazia eu segui até a floresta com um galão de gasolina na mão a uma caixa de fósforo, joguei violentamente o corpo no chão olhei bem nos seus olhos e disse
- Vai pro inferno seu estúpido
Cuspi sobre seu rosto, com repulsa, abri o galão de gasolina e derramei todo sobre ele e peguei o palito de fósforo mais ele pegou na minha perna ignorei aquilo e simplesmente joguei o fósforo sobre ele que começou a pegar fogo
- O que você esta fazendo ficou louco – eu podia ouvir a voz e sabia que era de alguém que eu conhecia mais tudo que conseguia sentir era um ódio incompreensível mesmo assim ignorei tudo aquilo e me virei – Nunca imaginei que você fosse ser um assassino – era o Kurt estava segurando uma barra de ferro, era fácil de ver o ódio em seus olhos
- Sai da minha frente
- Claro que não
- Tudo bem se você não quer sair da frente por bem vou ter que fazer assim como fiz com ele – droga o que estava acontecendo comigo eu podia ouvir e ver tudo, e não conseguia mover um músculo, eu estava preste a matar meu companheiro de quarto
- Então vai em frente não tem medo de morrer – seus escoria sangue pelos seus olhos e seu corpo estava sem forças ele estava caindo aos poucos enquanto saia sangue por todo seu corpo como se cortes fossem aparecendo no seu corpo fazendo-o perder todo sangue do corpo que se misturava como a lama do chão – Oque você esta fazendo para com isso eu te imploro
- Achei que você não tivesse medo da morte – pisei em sua cabeça e continuei andando como se nada estivesse acontecendo, a floresta estava silenciosa e tudo que eu podia escutar era os gritos de dor do Kurt que eram cada vez maiores
Entrei no meu quarto e fui para o banho tomar banho para tirar todo o sangue que tinha sobre mim ao me olhar no espelho vi que havia uma luz vermelha no lugar dos meus olhos que foi sumindo dando lugar aos meus olhos ignorei aquilo talvez ainda estivesse com sono
Após sair do banho me vesti e vi que ainda faltava meia hora pra dar a hora das aulas então deitei na cama e senti algo duro na minha cabeça, era o diário peguei ele e abri na pagina que eu havia parado e dizia:
                                                     
13 de outubro de 1990
Você deve estar curioso pra saber sobre o ritual de reencarnação não é , mais antes tenho que te falar das novidades você já sabe o que eu fiz com a Anna  so estou um pouco triste pela minha mãe não consegue nem trabalhar direito  depois que eu matei minha irmã mais é necessário se eu quiser viver mais um tempo, ontem eu matei o  Paul e hoje o foi a vez do  Kurt , nossa tá sendo tão divertido matar essas pessoas mais claro que eu vou ter que acelerar mais isso senão não poderei completar tudo em quatro dias



O despertador tocou já era hora de ir














Capitulo 8
O velório
Estava muito cansado então peguei o celular que estava perto da cama e liguei pra Kathy, ela não atendeu em nenhuma das 17 vezes que eu liguei e aquilo já tava me preocupando muito.
Olhei os compromissos no celular e vi que hoje era o dia do enterro da Natalie e que com certeza a Kathy estava lá
Peguei a chave do carro e sai correndo do quarto
Ao passar pela porta uma voz me disse “não vá, ignore-a é patético isso não vá” ela era calma como de uma criança e ao mesmo tempo era macabra e eu tinha uma sensação de já ter ouvido ela antes
- Cala boca – todos no corredor olharam pra mim, so naquele momento eu vim perceber que ninguém havia falado comigo
- Oque foi nunca viram não? – Putz ali estava eu ficando louco a cada minuto que se passava por causa do espírito um garoto psicótico que por algum motivo resolveu me atormentar e matar meus amigos
Tentei ignorar todas aquelas pessoas me olhando e segui o corredor até a escada que ia em direção a portaria e os elevadores.
“Não acredito que você seja tão fraco assim” – senti que havia mas alguém ali comigo do meu lado e era essa pessoa que estava falando tudo aquilo então por impulso olhei pra traz e ele estava lá Stan de cabeça baixa – “é já vi que vou ter que lhe forçar a não ir a esse enterro idiota” – as luzes do elevador começaram a piscar como se fosse queimar e ele estava se aproximando de mim – “porque você tem que ser tão estúpido, é incrível eu lhe dou a chance de ser imortal de ter vida eterna e você prefere continuar o mesmo mortal idiota que morreria por uma vaca qualquer” – as luzes apagaram-se – “isso assim é bem melhor”  - ele levantou o rosto e a única coisa que eu conseguia ver ali era seu olhos vermelhos
- Oque você quer de mim afinal transformar minha vida em um inferno, matando meus amigos?
- “Nossa é incrível como vocês mortais são mal agradecidos, só não te mato agora mesmo por que eu iria poder terminar de vez o ritual”
- Tudo bem então espera só eu voltar desse enterro ai vamos ver se você é realmente imortal
- “nem pense em...” – a porta do elevador se abriu já havia chegado à garagem e Stan havia sumido no ar, então levantei do chão e fui até onde estava meu carro, demorou um pouco pra abrir a porta do carro por que eu derrubei a chave na hora de pega-lá
“ Tem certeza que você quer ir a esse enterro não é”
- Mais que droga será que da pra calar a boca eu já disse que eu vou pra esse porcaria de enterro e não vou mudar de opinião – Pra minha sorte as câmeras não filmavam com áudio e nem havia ninguém ali
A viagem foi meio longa afinal o cemitério era do outro lado da cidade e tive que parar em dois postos pra reabastecer já que como eu tava indo rápido demais estava consumindo mais gasolina, no caminho quase todo havia casas, lojas e algumas pessoas andando pela rua exceto por uma pequena parte que era totalmente deserta
Depois de algumas horas de viagem eu cheguei ao cemitério já era tarde, o cemitério tinha uma aparência meio macabra - diferente dos outros cemitérios que eu já havia ido – na entrada havia um portão enorme sem falar no peso dele – passei mó tempo pra abri-lo e tenho certeza que na volta não será diferente – os túmulos estavam meio acabados ali e logo me veio a cabeça outras mortes que havia acontecido naquele mesmo dia, então balancei a cabeça tentando afastar aquelas imagens torturantes da minha cabeça.
Sai andando até encontrar um tumulo de mármore com uma foto de Anna e embaixo escrito em letras douradas: “ Aqui jaz Natalie Harthing [1989-2009]” 
Peguei então o buquê com vários tipos diferentes de flores que eu havia comprado no meio do caminho em uma cidadezinha pequena na qual eu havia parado para reabastecer e fechando os olhos eu jogo o buque em seu tumulo e me vem a cabeça todos os poucos e ótimos momentos em que nó nos falamos “ é realmente muito triste que ela tenha morrido tão nova” pensei
“Triste” – uma voz ecoou sobre minha mente em um tom meio estressado – “aquela vaga...”
-Cale a boca agora mesmo – varias pessoas olharam pra mim imediatamente, não podia deixar que ele falasse daquela forma com ela, então ignorei aqueles olhares sobre e ainda em um tom de voz alto continuei – Já basta você ter matado ela, ela não mereceu morte nenhuma só por que ela lembra a vagabunda da sua irmã não quer dizer que Jess vá ser uma também.
Droga havia gritado tão alto que minha cabeça girava naquele momento, varias pessoas estavam cochichando umas com as outras mas segundos depois o silencio se estabeleceu novamente, por pouco tempo, de longe ouvi o barulho mais que forte de um trovão, legal tudo que eu precisava nesse momento era de uma tempestade, agora eu teria que ficar ali não iria conseguir dirigir até o outro lado da cidade no meio de uma tempestade então fui até uma senhora que estava ali perto me dirigi até ela e toquei em seu ombro – ela estava de costa pra mim olhando um tumulo que parecia ser de algum parente
 - Com licença – ela se virou e me olhou com uma cara de espanto como se eu tivesse assustado ela, seu rosto era bem enrugado, Ela tinha uma pele branca oque tornava mais visível suas profundas olheiras, seus olhos tinham um tom castanho bem escuro e fixei meu olhar neles por um tempo mas logo ignorei eles e lhe perguntei – Você saberia me indicar algum lugar pra eu me hospedar, é que eu moro do outro lado da cidade e fica bem perigoso eu ir nessa tempestade?
- Ah claro que tenho – sua voz era rouca parecia até que ela tinha algum problema na fala – eu tenho um pequeno albergue aqui se você não se importar de esperar so alguns minutos, ele fica aqui perto da pra ir a pé – reparei no tumulo no qual ela estava parada, tinha uma foto de uma mulher com um nome abaixo “Jane Avery – 1969/1999”, ignorei o fato de ela ter o mesmo sobrenome que eu, embora tivesse me deixado um pouco curioso
- Tudo bem eu espero não estou com pressa mesmo – Na verdade, eu estava eu odiava cidades pequenas elas me faziam lembrar-se da minha infancia, ou melhor, me fazia lembrar que eu na verdade não tinha nenhuma lembrança dela, era como se eu na tivesse uma, resumindo, eu tinha pressa sim
- Vamos? – era a senhora, é tudo que eu precisava era somente dormir e esquecer as coisas ruins que estavam me acontecendo ultimamente, minha vida andava um caos
- É vamos, eu estou morrendo de sono e não se preocupe so ficarei por essa noite
- Que é isso não tem problema nenhum – ela saiu na frente tentou abrir o portão, então eu passei a sua frente e abri pra ela – Brigada











quarta-feira, 28 de abril de 2010




Capitulo 4
O corredor

Ao ver aquilo Kathy começou a chorar, afinal Natalie era como uma irmã pra ela. Fui até ela e pondo a mão envolta de sua cintura disse:
- É melhor sair daqui não é muito bom pra você
- Tem razão não vai ajudar em nada
Nós fomos até o fim do corredor
- Fique aqui – disse enquanto ajudava ela a sentar em um banco – vou pegar um pouco de água pra você – não era nada fácil ver ela daquele jeito me machucava muito, eu sabia que aquele “namoro” era uma forma de fazer ciúmes ao Jessen, mas pra mim já era mais do que só isso
Nó caminho havia alguém andando devagar com uma capa preta e segurando uma faca corri atrás dele ou dela naquele momento aquilo era o de menos
Ele foi em direção ao meu quarto até que virou para a porta que havia um pentagrama desenhado
Ei, quem é você? – gritei na esperança de que ele respondesse mais ele simplesmente sumiu deixando apenas a faca que estava completamente suja de sangue.
Naquele momento me veio a mente o ritual de iniciação da noite anterior, novamente eu estava perdendo o controle do meu corpo mais daquela vez era diferente afetava somente as pernas estava ficando tudo desfocado até o momento em que a garoto do sonho apareceu na minha frente com uma faca nas mãos, ele começou a andar em minha direção, de inicio não reagi mais quando tudo ficou mais real comecei a me arrastar pelo chão tentando me levantar
Sabia que tudo aquilo era em vão e parei e fiquei esperando até o momento que ele chegasse até mim aquilo tudo não era real então não havia nada pra ter medo quando estava chegando até mim simplesmente sumiu como vento
O movimento das minhas pernas foi voltando aos poucos talvez tudo aquilo fosse efeito do cansaço desde de que sai da enfermaria não havia descansando.
 Ouvi alguns passos era Kathy estava se aproximando com uma expressão nada agradável, ela andava vagarosamente até me ver naquele estado deitado no chão
- A meu deus você tá bem – disse ela enquanto vinha correndo
- Ah sim estou foi só um tombo – era bem melhor parecer patético do que louco – vamos entrar
- Se você levantar primeiro – disse ela com um sorriso de meia boca como se estivesse forçando
- É seria bem melhor e bem mais fácil se eu for andando – ela completou o sorriso e aquilo me deixou muito feliz era perfeito saber que ela estava bem – me ajuda – disse estendendo a mão na direção dela
- Claro porque não – ela estendeu a mão pra mim estava meio suja de sangue
- Oque foi isso na sua mão?
- Ah não foi nada meu nariz sangrou um pouco só isso
- Só isso seu nariz sangra e você diz só isso, ARGH
 - Calma não foi nada eu devo ter tacado o nariz em algum lugar só isso
- Tudo bem
A porta do quarto já estava aberta oque era estranho, pois eu havia trancado ela mais ignorei aquilo talvez tivesse sido Kurt
- Nossa isso tá meio bagunçado – disse ela olhando na direção de Kurt que estava dormindo com um saco de pipoca ao lado de sua cama
- Não se pode esperar muita coisa de dois homens no mesmo dormitório
- È tem razão – disse ela rindo – se você quiser posso ajudar a arrumar?
- Não mesmo a ultima coisa que eu permitiria e isso
- Tudo bem
- Você é minha namorada mais especificamente a garota que eu amo não irei deixar que você limpe o que eu sujo
- Nossa essa foi a declaração mais “diferente” que já recebi – Nós rimos, minutos depois o silencio se estabeleceu no local logo após sendo quebrado por Kathy – Sam posso te falar uma coisa?
- Pode confiar
- Tudo bem, pode parecer loucura mais eu vi um garotinho sujo de sangue com os olhos arrancados na minha frente, saindo do quarto da Nath, ele estendeu a mão para mim e foi ai na hora que meu nariz sangrou – ótimo eu não estava louco, não era o único que andava vendo um garoto de olhos arrancados andando por ali – e Natalie disse que havia visto ele de manhã – sua voz mudara completamente era triste e lagrimas desciam pelo seu rosto

- Você vai superar tudo isso, sei que – nós deitamos na minha cama, brinquei um pouco com seu cabelo, era horrível vê-la daquele jeito era como se eu estivesse vendo alguém morrer na frente, alguém que eu amasse muito, fixei o olhar em seus olhos, que foram se fechando aos poucos e então seus lábios e os meus se encontraram, por mais satisfatório que ele fosse, não me sentia bem por fazer aquilo então sai da cama
 - Oque foi? – perguntou ela com uma cara de preocupada
 - Nada, só não quero que pense que eu to me aproveitando da situação – so de pensar nisso, meu estomago tremia
 - Não, foi até bom, me fez por um minuto, esquecer tudo isso – ela se aproximou de mim e eu dela e então a beijei novamente.















Capitulo 5
O diário
Naquela noite foi fácil dormir nós dois estávamos muito cansados, principalmente pra Kathy afinal não é nada fácil ver a melhor amiga morrer
O dia foi normal, quer dizer quase normal se não fosse pela aula de jornalismo na qual o professor praticamente recebeu um espírito no meu pai de uma discussão com um aluno e como a aula dele era tipo muito chata peguei meu iPod e fiquei escutando o cd do 30 secounds to mars, mais especificamente a musica “King and Quens”
- Posso sentar aqui? – era Jay estava com os olhos vermelhos e havia lagrimas descendo por seu rosto – todos os homens são safados
- Ô vai com calma garota – não é possível nem mesmo na faculdade não me livro desse papo de que nós homens não prestamos putz não são todos iguais
- Sam dá um tempo não vê que ela ta mal – Kathy me olhava com uma cara pior do que a da minha mãe quando descobriu que não era a única pro meu pai
- Tudo bem apenas quis...
- Jay, vamos conversar com calma, cê ta de cabeça quente – era o Blake que veio me interrompendo e pegando Jay bruscamente pelo braço, putz era difícil demais pra ele tomar “semancol” se ele continuasse mais um minuto ali era capaz de acabar acordar na enfermaria
- Eu já vou perdi a fome só de olhar pra cara desse idiota – fechei minha mão em um punho
- Sam – Kathy me pegou pelo braço – vê se não vai atrás de briga esse garoto é perda de tempo
- Não precisa se preocupar, não bato em crianças
No caminho até meu quarto como sempre passei pelo quarto que provavelmente seria de Stan mais porque aquilo me intrigava tanto era apenas um quarto e um sonho, eu podia ter ouvido esse nome por ai
Queria tirar de uma vez a prova de que não havia nada demais ali era só um quarto de um revoltado e psicótico
Ao tocar na maçaneta da porta me cabeça começou a latejar mais ignorei eu estava com raiva era normal sentir dor de cabeça girei a maçaneta, aquele lugar me incomodava
Fiquei perambulando pelo quarto até achar um “livro” me chamar atenção pra ser mais direto um diário tinha a capa escura e grossa com umas manchas (vindo daquele quarto não duvidaria nada que fosse sangue)
Peguei o diário e fui para meu quarto afinal não seria nada bom se alguém me visse ali em um quarto que não era meu e que já estava sem ninguém há anos
Ao chegar no meu quarto deitei na cama e comecei a ler era bem estranho na primeira pagina havia uma foto de uma família estranha passei a pagina e havia escrito:
        
                                                                  11de outubro de 1990
Meu dia foi como os outros eu fui pra aula e vários garotos me zoaram os de sempre: Kathy, Anna, Alice, Paul, Blake, Jessen, Janet,Kurt e claro minha irmã Natalie.
Eles arranjaram um novo apelido pra mim Stan sanguinário só porque eu gosto de torturar os animais mais isso é normal pelo menos pra mim minha mãe diz que preciso de uma psicóloga mais isso não é verdade ela não vai resolver meu único problema que é os garotos da escola
Ah e hoje  dissequei um sapo e torturei uma tartaruga isso não é perfeito estou aprendendo
E daqui a seis dias  estará tudo certo eles iram estar todos mortos
Eu tenho que ir minha mãe tá chegando depois eu termino de falar sobre o ritual de reencarnação
- Sam você tá ai – rapidamente escondi o diário, era Alice – você tá ocupado?
- Não é algo muito importante? – minha voz estava meio preocupada
- Tem que conversar com alguém e você é a única pessoa que posso confiar, Kathy esta ocupada então so sobrou você
Tudo bem – não estava realmente tudo bem só precisava tirar aquele diário dali pra ficar tudo bem – mais, qual o problema?
- Ultimamente depois que a gente fez aquele jogo eu vejo um garotinho me perseguindo ele aparece até mesmo no meu sonho
- So por curiosidade, como é esse garoto? – não podia ser agora Stan estaria perturbando todos mais a troco de que? E aquilo no diário os nomes são exatamente iguais aos nossos
- Não gosto nem de lembrar, ele usa sempre a mesma roupa branca suja de sangue e anda segurando uma faca e sem falar nos olhos arrancados – era inacreditável ele estava atormentando todos nós
- E o nome dele seria Stan?
- Sim, como você sabe?
- Ele também vem me seguindo e ele pode ter sido um aluno daqui você já deve ter visto um quarto aqui perto nesse mesmo corredor com um pentagrama desenhado com sangue
- Não nunca vi tem certeza que é aqui mesmo?
- Sim tenho – Não, não tenho será que eu estava ficando louco?
- Eu nunca vi
- Na noite em que – minha voz tremia, eu mal conhecia a Natalie mais aquilo mexia muito comigo – a Natalie... eu vi o mesmo garoto ele foi até a porta desse quarto e sumiu so ficou a faca que ele sempre segura
- Nossa estranho, também vi ele nessa noite
- Putz já tá bem tarde não é estou morrendo de sono – eram 9:30 da noite, minha cabeça girava causando em uma dor insuportável
- Realmente não dá pra dormir na aula então é melhor dormir logo – disse Alice enquanto abria a porta
- Té mais