quarta-feira, 28 de abril de 2010




Capitulo 4
O corredor

Ao ver aquilo Kathy começou a chorar, afinal Natalie era como uma irmã pra ela. Fui até ela e pondo a mão envolta de sua cintura disse:
- É melhor sair daqui não é muito bom pra você
- Tem razão não vai ajudar em nada
Nós fomos até o fim do corredor
- Fique aqui – disse enquanto ajudava ela a sentar em um banco – vou pegar um pouco de água pra você – não era nada fácil ver ela daquele jeito me machucava muito, eu sabia que aquele “namoro” era uma forma de fazer ciúmes ao Jessen, mas pra mim já era mais do que só isso
Nó caminho havia alguém andando devagar com uma capa preta e segurando uma faca corri atrás dele ou dela naquele momento aquilo era o de menos
Ele foi em direção ao meu quarto até que virou para a porta que havia um pentagrama desenhado
Ei, quem é você? – gritei na esperança de que ele respondesse mais ele simplesmente sumiu deixando apenas a faca que estava completamente suja de sangue.
Naquele momento me veio a mente o ritual de iniciação da noite anterior, novamente eu estava perdendo o controle do meu corpo mais daquela vez era diferente afetava somente as pernas estava ficando tudo desfocado até o momento em que a garoto do sonho apareceu na minha frente com uma faca nas mãos, ele começou a andar em minha direção, de inicio não reagi mais quando tudo ficou mais real comecei a me arrastar pelo chão tentando me levantar
Sabia que tudo aquilo era em vão e parei e fiquei esperando até o momento que ele chegasse até mim aquilo tudo não era real então não havia nada pra ter medo quando estava chegando até mim simplesmente sumiu como vento
O movimento das minhas pernas foi voltando aos poucos talvez tudo aquilo fosse efeito do cansaço desde de que sai da enfermaria não havia descansando.
 Ouvi alguns passos era Kathy estava se aproximando com uma expressão nada agradável, ela andava vagarosamente até me ver naquele estado deitado no chão
- A meu deus você tá bem – disse ela enquanto vinha correndo
- Ah sim estou foi só um tombo – era bem melhor parecer patético do que louco – vamos entrar
- Se você levantar primeiro – disse ela com um sorriso de meia boca como se estivesse forçando
- É seria bem melhor e bem mais fácil se eu for andando – ela completou o sorriso e aquilo me deixou muito feliz era perfeito saber que ela estava bem – me ajuda – disse estendendo a mão na direção dela
- Claro porque não – ela estendeu a mão pra mim estava meio suja de sangue
- Oque foi isso na sua mão?
- Ah não foi nada meu nariz sangrou um pouco só isso
- Só isso seu nariz sangra e você diz só isso, ARGH
 - Calma não foi nada eu devo ter tacado o nariz em algum lugar só isso
- Tudo bem
A porta do quarto já estava aberta oque era estranho, pois eu havia trancado ela mais ignorei aquilo talvez tivesse sido Kurt
- Nossa isso tá meio bagunçado – disse ela olhando na direção de Kurt que estava dormindo com um saco de pipoca ao lado de sua cama
- Não se pode esperar muita coisa de dois homens no mesmo dormitório
- È tem razão – disse ela rindo – se você quiser posso ajudar a arrumar?
- Não mesmo a ultima coisa que eu permitiria e isso
- Tudo bem
- Você é minha namorada mais especificamente a garota que eu amo não irei deixar que você limpe o que eu sujo
- Nossa essa foi a declaração mais “diferente” que já recebi – Nós rimos, minutos depois o silencio se estabeleceu no local logo após sendo quebrado por Kathy – Sam posso te falar uma coisa?
- Pode confiar
- Tudo bem, pode parecer loucura mais eu vi um garotinho sujo de sangue com os olhos arrancados na minha frente, saindo do quarto da Nath, ele estendeu a mão para mim e foi ai na hora que meu nariz sangrou – ótimo eu não estava louco, não era o único que andava vendo um garoto de olhos arrancados andando por ali – e Natalie disse que havia visto ele de manhã – sua voz mudara completamente era triste e lagrimas desciam pelo seu rosto

- Você vai superar tudo isso, sei que – nós deitamos na minha cama, brinquei um pouco com seu cabelo, era horrível vê-la daquele jeito era como se eu estivesse vendo alguém morrer na frente, alguém que eu amasse muito, fixei o olhar em seus olhos, que foram se fechando aos poucos e então seus lábios e os meus se encontraram, por mais satisfatório que ele fosse, não me sentia bem por fazer aquilo então sai da cama
 - Oque foi? – perguntou ela com uma cara de preocupada
 - Nada, só não quero que pense que eu to me aproveitando da situação – so de pensar nisso, meu estomago tremia
 - Não, foi até bom, me fez por um minuto, esquecer tudo isso – ela se aproximou de mim e eu dela e então a beijei novamente.















Capitulo 5
O diário
Naquela noite foi fácil dormir nós dois estávamos muito cansados, principalmente pra Kathy afinal não é nada fácil ver a melhor amiga morrer
O dia foi normal, quer dizer quase normal se não fosse pela aula de jornalismo na qual o professor praticamente recebeu um espírito no meu pai de uma discussão com um aluno e como a aula dele era tipo muito chata peguei meu iPod e fiquei escutando o cd do 30 secounds to mars, mais especificamente a musica “King and Quens”
- Posso sentar aqui? – era Jay estava com os olhos vermelhos e havia lagrimas descendo por seu rosto – todos os homens são safados
- Ô vai com calma garota – não é possível nem mesmo na faculdade não me livro desse papo de que nós homens não prestamos putz não são todos iguais
- Sam dá um tempo não vê que ela ta mal – Kathy me olhava com uma cara pior do que a da minha mãe quando descobriu que não era a única pro meu pai
- Tudo bem apenas quis...
- Jay, vamos conversar com calma, cê ta de cabeça quente – era o Blake que veio me interrompendo e pegando Jay bruscamente pelo braço, putz era difícil demais pra ele tomar “semancol” se ele continuasse mais um minuto ali era capaz de acabar acordar na enfermaria
- Eu já vou perdi a fome só de olhar pra cara desse idiota – fechei minha mão em um punho
- Sam – Kathy me pegou pelo braço – vê se não vai atrás de briga esse garoto é perda de tempo
- Não precisa se preocupar, não bato em crianças
No caminho até meu quarto como sempre passei pelo quarto que provavelmente seria de Stan mais porque aquilo me intrigava tanto era apenas um quarto e um sonho, eu podia ter ouvido esse nome por ai
Queria tirar de uma vez a prova de que não havia nada demais ali era só um quarto de um revoltado e psicótico
Ao tocar na maçaneta da porta me cabeça começou a latejar mais ignorei eu estava com raiva era normal sentir dor de cabeça girei a maçaneta, aquele lugar me incomodava
Fiquei perambulando pelo quarto até achar um “livro” me chamar atenção pra ser mais direto um diário tinha a capa escura e grossa com umas manchas (vindo daquele quarto não duvidaria nada que fosse sangue)
Peguei o diário e fui para meu quarto afinal não seria nada bom se alguém me visse ali em um quarto que não era meu e que já estava sem ninguém há anos
Ao chegar no meu quarto deitei na cama e comecei a ler era bem estranho na primeira pagina havia uma foto de uma família estranha passei a pagina e havia escrito:
        
                                                                  11de outubro de 1990
Meu dia foi como os outros eu fui pra aula e vários garotos me zoaram os de sempre: Kathy, Anna, Alice, Paul, Blake, Jessen, Janet,Kurt e claro minha irmã Natalie.
Eles arranjaram um novo apelido pra mim Stan sanguinário só porque eu gosto de torturar os animais mais isso é normal pelo menos pra mim minha mãe diz que preciso de uma psicóloga mais isso não é verdade ela não vai resolver meu único problema que é os garotos da escola
Ah e hoje  dissequei um sapo e torturei uma tartaruga isso não é perfeito estou aprendendo
E daqui a seis dias  estará tudo certo eles iram estar todos mortos
Eu tenho que ir minha mãe tá chegando depois eu termino de falar sobre o ritual de reencarnação
- Sam você tá ai – rapidamente escondi o diário, era Alice – você tá ocupado?
- Não é algo muito importante? – minha voz estava meio preocupada
- Tem que conversar com alguém e você é a única pessoa que posso confiar, Kathy esta ocupada então so sobrou você
Tudo bem – não estava realmente tudo bem só precisava tirar aquele diário dali pra ficar tudo bem – mais, qual o problema?
- Ultimamente depois que a gente fez aquele jogo eu vejo um garotinho me perseguindo ele aparece até mesmo no meu sonho
- So por curiosidade, como é esse garoto? – não podia ser agora Stan estaria perturbando todos mais a troco de que? E aquilo no diário os nomes são exatamente iguais aos nossos
- Não gosto nem de lembrar, ele usa sempre a mesma roupa branca suja de sangue e anda segurando uma faca e sem falar nos olhos arrancados – era inacreditável ele estava atormentando todos nós
- E o nome dele seria Stan?
- Sim, como você sabe?
- Ele também vem me seguindo e ele pode ter sido um aluno daqui você já deve ter visto um quarto aqui perto nesse mesmo corredor com um pentagrama desenhado com sangue
- Não nunca vi tem certeza que é aqui mesmo?
- Sim tenho – Não, não tenho será que eu estava ficando louco?
- Eu nunca vi
- Na noite em que – minha voz tremia, eu mal conhecia a Natalie mais aquilo mexia muito comigo – a Natalie... eu vi o mesmo garoto ele foi até a porta desse quarto e sumiu so ficou a faca que ele sempre segura
- Nossa estranho, também vi ele nessa noite
- Putz já tá bem tarde não é estou morrendo de sono – eram 9:30 da noite, minha cabeça girava causando em uma dor insuportável
- Realmente não dá pra dormir na aula então é melhor dormir logo – disse Alice enquanto abria a porta
- Té mais

segunda-feira, 26 de abril de 2010

desculpem o atraso' [castigoõ o.O]

Capitulo 2
ritual de iniciação

Nós entramos no meio de varias árvores era como uma floresta, o caminho era bem estranho parecia um cenário de filme de terror, me senti no próprio Pânico na floresta, no meio da “floresta” havia um tipo de “capela” com um cheiro nada agradável de mofo, oque me irritava muito, no meio dela havia uma fogueira que estava cercada por varias pessoas
- Chegamos – disse Jessen apontando para onde estava às outras pessoas – esta pronto?
- E você acha que eu tenho cara de quem amarela – respondi rapidamente e percebi que era um dos motivos de terem me chamando para esse ritual de iniciação ou talvez o único
- Pessoal esse é o Sam – disse Kathy – mais especificamente meu novo namorado que acabei de conhecer
Todos riram
- Sam essa é a Natalie – Natalie era loira alta e branca e suas roupas automaticamente diziam “quem quiser estou disponível” ela usava uma camiseta rosa e uma saia curta branca – ela é de confiança, não se preocupe e aquela do lado dela é a Anna – já Anna era totalmente o contrario usava umas roupas mais normais e uns óculos enormes– essa é Stephanye ou Teph, ela prefere bem mais ser chamada de Teph – Não tinha como esconder era muito fácil de ver que Teph era uma garotinha mimada que entrou aqui com ajuda da influência de seus pais – e esse é o Blake – ele era bem estranho não saia de perto da Anna, será que alguém poderia dizer a ele que ela não vai fugir - esse é o Paul – ele era bem legal fora o fato de ficar me olhando direto como se quisesse me matar mais segundo Kathy me disse que ele sempre olha assim para todos, ele era como o depressivo do grupo – e por ultimo e essa é a Alice – ela tinha um estilo meio diferente das outras pessoas alem de ser a melhor para se confiar
- Então vamos começar o jogo – disse Kurt que abrindo uma caixa meio velha, colocou sobre o chão um tabuleiro com varias letras e números e um copo no meio do tabuleiro
- Quem começa? – perguntei pondo o dedo depois de todos em cima do copo – pode ser eu?
- Você quem sabe, não fazendo perguntas estúpidas – disse Jessen me olhando com se fosse naquele momento atirar na minha perna me fazendo cair e depois me torturar até a morte
- Eu sei um jogo bem melhor que esse – disse Paul tirando uma faca de dentro do bolso do seu moletom – é muito simples você põe um fio de cabelo de cada pessoa que esta no jogo na faca e põe um pouco de sangue de cada um na ponta da faca, depois basta girar a faca para saber quem é o primeiro
Todos foram um por um colocando seus fios de cabelo na faca e pingando um pouco de sangue sobre ela e giraram, naquele momento tudo que menos queria era que ele parasse apontando para mim, minha cabeça girava e eu não conseguia ver absolutamente nada a não ser a faca aquele jogo que me trazia lembranças das quais eu nem sabia ter visto.
Mais foi como se alguém estivesse agourando o jogo para que aquela faca para apontando para mim.
Naquele momento cenas rápidas de pessoas morrendo passou por minha cabeça e era como uma sensação de Deja-vu nada agradável, mas algo fez com que conseguisse girar a faca perguntando:
- Você mataria alguém daqui? – me mente ficou totalmente obscura e eu fui perdendo totalmente o controle sobre mim.
A faca girou sem que ninguém pegasse nela apontando para a ponta do tabuleiro que dizia “sim, um por um”
- Vamos lá você tem direito a mais uma pergunta – disse Paul olhando pra mim com um sorriso que dizia “pensou que seria fácil”
- Quem será o primeiro, ou primeira? – eu não tinha mais controle sobre meu corpo algo estava controlando até mesmo minhas palavras como da ultima vez.
“Aquele mais próximo a mim’’ – Tudo parecia estar sendo manipulado por alguém no jogo
- Seguindo a ordem acho que sou eu não é – a voz de Kathy era tremula como se estivesse correndo risco de morte.
- E quem seria essa pessoa? – perguntou enquanto girou a faca, naquele momento meu corpo não tinha mais nenhum controle era como se minha alma não pertencesse mais a aquele corpo
“Natalie” Kathy parou um pouco para pensar na sua segunda pergunta.
- Quando você vai parar? – perguntou Kathy
“Quando todos estiverem mortos”
- Isso é tolice não tenho que ficar com medo de uma coisa estúpida assim – Disse Natalie, era sua vez, suas mãos estavam tremulas quando ela foi girar a faca – Prove que você é realmente real
Todas as velas se apagarão e todas as janelas começaram a bater bruscamente fazendo com que fosse quebrando, não demorou muito para que a fogueira apagasse e o firo tomasse o local, tudo ficou embaçado, tentava sair dali mais não conseguia era tarde de mais já havia perdido todo controle do meu corpo, não conseguia nem mesmo respirar muito bem, comecei a ouvir pessoas gritando, elas gritavam um nome, mas não pode ouvir muito bem já havia apagado totalmente




Capitulo 3
O quarto

Ao acordar não sabia muito bem onde estava nem quem estava ali comigo pois so conseguia ver borrões na minha frente e ouvia algumas vozes que eu conhecia mais não conseguia entende-las, até que uma delas foi bem clara pra mim.
- Você está bem? – era Kathy e sua voz parecia meio triste
- Sim estou, talvez esteja bem até de mais pra quem desmaiou – embora já estivesse totalmente consciente forçava a voz para falar – mais nós morremos?
- Não – era Anna estava rindo talvez pelo que eu disse
- Vocês não deviam estar na aula hoje é o primeiro dia? – ARGH será que dava pra alguém calar minha boca que idiotice era essa de “VOCES NÃO DEVERIAM ESTAR NA AULA” estava sendo bem melhor daquela maneira, não seria agradável acordar no meio da enfermaria sozinho.
- Eu quase fico viúva com 19 anos e claro que eu ficaria aqui para ver você – a voz dela dessa vez era bem diferente ela parecia estar irritada
Olhei para o relógio eram 8:00 da manhã – ainda da tempo de ir são oito horas a aula so começa as nove.
- Tudo bem seria bom não ir mais já que você quer não posso fazer nada – aquilo era um ótimo momento para não ir a aula mais não queria perde-la, não por uma coisa tão desnecessária
- Podem ir na frente vou depois, á e digam para o Paul que ele é mó idiota
- Não precisa estou bem aqui – ele estava como sempre isolado com uma cara nada receptiva
- Ótimo assim você fica sabendo diretamente de mim assim é bem melhor pois posso dizer olhando para essa sua cara estúpida de morto, você fica ai brincando de emo paraguaio como se fosse adiantar de alguma coisa, vê se cresce, você não tem mais 14 anos pra ficar nessa somente para chamar atenção, isso é patético – todos olharam pra mim com uma cara de surpresa – se bem que por ser algo patético combina muito com você, podem ir não vou mais pra aula preciso descansar
- Tudo bem, fica bom logo preciso de compania – disse Kathy
Alguns minutos depois de todos terem saído deitei novamente pra tentar dormir, uma dor estranha começou, meu corpo começou a tremer como se eu estivesse dentro de um iceberg novamente eu ouvia as pessoas gritando dessa vez era mais claro elas diziam “Stan, não, você está inconsciente eles sãos seus amigos não faça isso” então o tal garoto arrancou seus olhos fora e foi em direção a mulher que gritava - a imagem que eu via era de um garoto sujo de sangue com seus olhos arrancados segurando uma faca e ao lado dele vários corpos – ele foi a sua direção e disse “eles não são meus amigos, nunca foram”
Levantei da cama por impulso para tentar sair daquele pesadelo que era como um Deja-vu
Já era tarde quando acordei me levantei mais o chão estava completamente sujo de sangue e havia alguns símbolos estranhos desenhados com sangue na parede
- Kathy você esta ai? - argh alguém pode arrancar minha língua fora eu estava com perguntas estúpidas o tempo todo claro que aquilo não era real e mesmo que fosse seria preciso matar varias pessoas para conseguir aquilo
Ignorei tudo aquilo peguei meu iPod coloquei na musica “When i gone do Simple plan” e fui para meu dormitório, no caminho um dos quartos me chamou atenção, ele estava rabiscado com sangue na porta era algo parecido com um pentagrama fui em direção a porta na intenção de abri-la mesmo sabendo que aquilo poderia me custar muito ao tocar na porta veio a minha cabeça a imagem do garoto porque aquilo me incomodava tanto era simplesmente um sonho
“Stan não” eu reconhecia aquela voz de algum lugar parecia ser de alguém próximo, tentava pensar no jogo da noite passada era bem melhor do que lembrar daquilo
Abri a porta
Estava vazio então não havia problema nenhum em entrar, aquele quarto me lembrava um pouco a capela talvez fosse pelo cheiro de mofo, as paredes eram escuras e cheia de fotos de pessoas sendo torturadas, e uma prateleira enorme cheia de filmes de terror, o cheiro de mofo estava quase me fazendo vomitar sai rápido do quarto mesmo sabendo que havia algo estranho ali.
Ao chegar ao quarto Kurt estava olhando um site meio estranho não conseguia ver muito bem qual era
- Achei que enfermeira sangrenta havia te matado – disse Kurt dando uma risada meio patética – hoje vai ter um vídeo especial no blog da Natalie todos estão vendo.
- Você sabe como posso entrar no banco de dados daqui tenho que descobrir quem é Stan
- você é a única pessoa que eu conheço que não sabe quem o garoto macabro, ele matou todos do campus mais isso é patético é obvio que não verdade
- Mais é sempre bom ter a certeza
- Depois te ajudo nisso agora oque importa é a Natalie
- Isso é patético é somente mais blog especialmente para tarados
- cala a boca quero ver
O vídeo era no quarto dela ela estava com uma faca na mão e começou dizendo: “hoje vocês verão como eu sou por dentro” ela pegou a faca e começou dizendo “primeiro prefiro não ouvir nada” disse ela cortando a orelha “e quem quiser meus dedos estão disponíveis” ela estava cortando os dedos tudo aquilo estava me sufocando enquanto Kurt já estava vomitando em um saco de pipoca ela estava se cortando toda e a escola toda estava vendo o seu suicídio
- Vamos lá – disse
- E melhor você ir sozinho
- Tudo bem no estado que você esta é melhor não ir mesmo
Fui correndo pelo corredor junto com outras pessoas que iam até lá, ao chegar havia uma multidão batendo na porta para que ela fosse abrir oque era inútil pois ela havia cortado seus dedos e seus ouvidos, eu tentei passar por todos pra tentar abrir a porta mais eram muitas pessoas, quando eu consegui chegar a porta se abriu sozinha e Natalie estava no chão sobre uma poça de sangue sem varias parte de seu rosto, era impossível reconhecê-la

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Prólogo'

Sem bem vindos ao "Lembranças de umavida sangrenta"

Esse livro retrata a vida pertubada de Sam'
e tambem' seu romance com Kathy

Os capitulos seram postados um por dia
entre 7 emeia e 8 horas'

Se gostarem do livro pfv divulgem

agoracrutaum ai o prologo seguido do primeiro capitulo



Prólogo

Bom como vocês já devem saber meu nome é Drake e ontem recebi um e-mail anônimo com um texto que na verdade parece ser um diário, dividido por capítulos, e ele me chamou muita atenção, então resolvi divulgar-lo, então se preparem para acompanhar essa historia cheia de suspense sobre a vida sangrenta e atormentada desse garoto chamado Sam
E pra começar ai vão algumas dicas pra você que acha que pode esconder seu passado:
1ª: Nunca, sob circunstância nenhuma ache que você pode apagar seu passado macabro com uma simples lavagem cerebral, por que por menor que seja a tal lembrança que você quer esquecer ela sempre estará com você
2ª: Nunca aceita convites para seitas com pessoas que você nunca viu na vida, no começo pode ser bom mais com o tempo você vai conhecer quem eles realmente são
E 3ª e mais importante: Sempre, quando digo sempre é que é SEMPRE mesmo
Guarde lembranças desses momentos que você quer esquecer eles podem ser de uma vital importância para destroçá-la de vez por todas de sua mente
E 4ª: caso você não consiga esquecê-las so lhe resta duas opções ou você aprende a conviver com elas ou simplesmente se mate imediamente antes que você acabe ficando louco

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Capitulo 1
A aceitação
Oi, meu nome é Sam, então, vocês que acham que faculdade é aquele lugar calmo, seguro e que lá se conhece varias pessoas interessantes, bom detesto lhes informar que é totalmente o contrário, como eu descobrir isso, vamos saber então.
Ao acordar levantei e como de costume desci as escadas indo até o lado de fora da casa como fazia todos os dias para saber se havia alguma correspondência mais dessa vez foi diferente havia uma (que não fosse conta ou algo do tipo) e havia meu nome escrito era de Ivy Leag eu a segurei e fui correndo para o quarto, abrir a porta, sentei na ponta da cama, respirei fundo e abri a carta, dizia que fui aceito, mas algo em mim sabia que aquilo não era um fato bom, mas pensei que aquilo devia ser besteira ignorei afinal era Ivy Leag não deixaria de ir.
Comecei a arrumar minhas coisas coloquei as roupas em uma mala e em uma mochila coloquei coisas como meu notebook, ipod, câmera, meu ds, e pôs o celular em um pequeno bolso na frente e desci gritando e pulando pelo corredor:
-Consegui fui aceito, fui aceito, entrei pra Ivy Leag
Todos saíram dos quartos, meus pais estavam felizes, e praticamente voarão em mim me parabenizando, já minha irmã me olhava com uma cara estúpida de repulsa (não sei se era por acordar ela ou por ter passado na Ivy Leag) mais isso não importava.
- Quem diria, você passou, nossa Ivy Leag baixou bem de nível em, anda aceitando qualquer um agora – Disse ela, com um tom de ironia em suas palavras, retribui o “elogio” cm uma cara feia seguida por um sorriso
- Vou depois de café da manhã a carta de aceitação atrasou, a festa de boas vindas será as 15:00 e o caminho é longo então vou tomar café antes de vocês se não tiver nenhum problema não posso chegar atrasado é meu primeiro dia. – Disse, novamente sorrindo para minha irmã, que me retribui com um suspiro de “ah, odeio ele e tudo que ele faz”
Desci as escadas bem rápido fui até a cozinha e abri a geladeira e peguei uma lata de refrigerante e fiquei rondando a casa – Cômodo por cômodo - sabia que aquela seria a ultima vez a vê-la nos próximos 4 anos
Passei no meu quarto para pegar minhas coisas e olhei para uma foto de toda minha família a peguei falando bem baixo:
- Sentirei saudades
Coloquei a foto na mochila e peguei a chave do carro – um Porche amarelo que eu havia ganhado dos meus pais como presente de 18 anos - em cima da cama e fui até carro coloquei minha mala no porta-malas e a mochila no banco do carona e liguei o som e logo após liguei o carro e sai tocava a musica “Got me going crazy” dos Jonas Brothers.
A viagem foi um pouco longa ao chegar olhei à hora, já eram 15:30, a entrada era simplesmente linda, tinha um enorme jardim na frente de um portão que talvez tivesse uns três metros de altura todo coberto de ouro preto, segui até o estacionamento, lá havia um garoto e uma garota conversando, ela tinha a pele linda era tão branca que cegava um pouco quando o sol batia nela, seus cabelos eram ruivos e longos com algumas mechas laranja, ela era simplesmente linda, já o garoto ao lado dela era meio magro demais, seus olhos tinham umas olheiras enormes envolta, ele lembrava um zumbi
- Droga! Me atrasei – disse fechando com força a porta do carro
- Polpa seu carro disso – disse a garota de cabelos ruivos, ela fixou seus olhos em mim, eram verdes e brilhantes, como uma esmeralda – meu nome é Kathy e esse é o Jessen
- Oi – acenei pateticamente para ela, meus olhos deram um breve passeio por suas curvas perfeitas que eram cobertas por uma camisa branca e uma calça jeans justa – meu nome é Sam
 - Ei, liga não a festa tá um saco mesmo – disse Jessen, que olhando melhor parecia ser mais um daqueles drogados e galinhas que toda escola tem – tenho uma coisa mais interessante do que a festa, quer vir?
- Pode ser – Disse, escorando-me no carro
- Pra nosso ritual de iniciação – disse um garoto que vinha de uma porta de madeira enorme, ele era meio loiro, seu rosto era bem semelhante ao de Kathy, talvez fossem irmãos – todos nós chegamos algumas semanas antes e resolvemos formar essa fraternidade, argh esqueci meu nome é Kurt, nossa essa festa tá uma porcaria, sem falar que a comida é horrível
- Estamos esperando os outros fugirem do tédio – disse Kathy apontando pra porta – Á, já havia me esquecido, esse é o meu irmão
- Mais e ai você vai fazer oque aqui? – perguntou Kathy se aproximando de mim
- Cinema; musica; literatura; arquitetura e jornalismo – Disse enquanto algo fazia me aproximar mais dela como um tipo de atração – não quero correr o risco de acabar sendo mais um solteiro e desempregado que mora na casa da mãe
- Jornalismo, hum adoro jornalistas – disse ela chegando mais perto de mim
- É isso é bem interessante mais já estamos atrasados talvez os outros já estejam lá – disse Jessen com uma voz meio estranha como se estivesse gostando nada do que via, ao passar por mim me encarou e disse – Calma, novato e bom tirar os olhos dela
- Porque ele teria que tirar os de mim – disse Kathy olhando com uma cara nada boa para Jessen – se liga Jessen não sou mais sua namorada, pra minha sorte – ela vinha em minha direção e pôs as mãos em meus ombros e eu em sua cintura, e a puxei pra mais perto de mim e fui aproximando meus lábios aos dela, lentamente, até que eles se encontrassem, seus lábios eram meio quentes e seu hálito bem agradável sem falar em seu beijo, parecia um pedaço do paraíso.
- Vamos logo já estão nos esperando – disse Kurt que viam correndo de dentro de onde ocorria a festa
- Tudo bem eu aceito ajudar você a fazer ciúmes a ele – toquei levemente a mão dela
- É, você não quer? – perguntou ela abaixando a cabeça – tudo bem vou entender, a gente mal se conheceu, eu procuro alguém na internet.
- Por mim não tem problemas – disse agarrando-a pela cintura